Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$controls is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 53

Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the dynamic-content-for-elementor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/new7/provida.new7.dev/wp-includes/functions.php on line 6260

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$extensions is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 54

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$page_settings is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 55

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$settings is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 56

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$api is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 58

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$templatesystem is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 59

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$license is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 60

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$widgets is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 61

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$stripe is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 62
Dilma sanciona lei de expansão do aborto – Pró-Vida de Anápolis

Contrariando pedidos insistentes de grupos pró-vida, a presidente Dilma Rousseff, logo após o término da estadia do Papa Francisco no Brasil, sancionou, sem nenhum veto, a Lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, que “dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”.

A lei tem por objetivo expandir a prática do aborto em caso de gravidez resultante de estupro. Esse aborto, embora constitua crime, há anos vem sendo financiado pelo governo[1]. No entanto, a palavra “aborto” não aparece nem no texto nem no título da lei.

A estratégia não é nova. Em novembro de 1998, o então Ministro da Saúde José Serra editou uma norma técnica intitulada “Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes” cujo objetivo central era instruir os hospitais a praticarem aborto em crianças de até cinco meses de gestação quando concebidas em um (suposto) estupro. A palavra “aborto”, porém, não aparecia no título da norma. Para “provar” que havia sido violentada, bastava que a mulher apresentasse um boletim de ocorrência policial (o que não prova coisa alguma). Não se exigia o laudo do Instituto Médico Legal nem o Registro de Atendimento Médico à época da violência sofrida.

Em 2005, sob o governo Lula, essa Norma Técnica do Aborto foi reeditada pelo Ministro da Saúde Humberto Costa[2] com um agravante: nem sequer se exigia o boletim de ocorrência para que a gestante “provasse” que foi violentada. Bastava a palavra da mulher junto ao hospital. O Ministério da Saúde teve inclusive o cuidado de elaborar um formulário a ser preenchido pela suposta vítima, facilitando o trabalho da gestante não violentada de inventar uma história de violência a fim de obter o “direito” ao aborto[3].

Essa Norma Técnica, porém, por horrenda que seja, não tem força de lei. Ela ensina a praticar o aborto, ensina com detalhe cada procedimento abortivo, mas não obriga os hospitais a praticá-lo. Na prática, somente os grandes hospitais, com uma equipe médica treinada para o aborto, têm seguido essa Norma. Faltava uma lei que obrigasse todos os hospitais do SUS a encaminhar as (supostas) vítimas de violência para os centros de aborto. Essa lacuna foi preenchida pela lei 12.845/2013, recém-sancionada pela Presidente Dilma. A nova lei fala de “atendimento imediato, obrigatório em todos os hospitais integrantes da rede do SUS” (art. 3º, caput) e não apenas nos “hospitais públicos que tenham Pronto Socorro e Serviço de Ginecologia”, como previa o projeto original[4]. Esse “atendimento” inclui o aborto precoce (“pílula do dia seguinte”) mascarado sob o nome de “profilaxia da gravidez” (art. 3º, IV). O cerne da lei, porém, está no inciso VII do artigo 3º que fala do “fornecimento de informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis”. Todos os hospitais do SUS terão, portanto, o dever de informar as (supostas) vítimas de violência sobre o (falso) direito que elas têm de abortar seus filhos e quais hospitais estão disponíveis para executar esse “serviço”. A extensão da lei é reconhecida pelos defensores do falso direito ao aborto, financiados por fundações estrangeiras, quando, em linhas gerais, dizem: “Erra quem pensa que esse será um ajuste simples nos serviços: é preciso treinar equipes, organizar redes de garantia de direitos, estabelecer parcerias sensíveis entre a saúde e a segurança pública”.

Portanto, a menos que a lei seja logo revogada, é de se esperar uma verdadeira explosão do número de abortos na rede hospitalar pública.

Anápolis, 18 de agosto de 2013.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz



[1] Um estudo disso encontra-se em CRUZ, Luiz Carlos Lodi da. Aborto na rede hospitalar pública: o Estado financiando o crime. Anápolis: Múltipla, 2007.

[2] Cf. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno6_saude_mulher.pdf

[3] Eis um trecho do formulário contido no Anexo I da Portaria 1508, de 1º de setembro de 2005: “Declaro ainda, que fui agredida e violentada sexualmente por _______ homem(s) de aproximadamente ______ anos, raça/cor ______________cabelos ______________, trajando (calça, camisa, camisetas, tênis e outros), outras informações (alcoolizado, drogado, condutor do veículo/tipo ________ etc.). O crime foi presenciado por (se houver testemunha) ________________________________________”.

[4] Cf. PL 60/1999, art. 4º, caput, versão original, da deputada Iara Bernardi (PT/SP).