O direito de decidir

(Escolhe a vida, para que vivas – Dt 30,19) Quem ofereceu por primeiro à mulher o direito de “decidir” não foram as feministas; foi Satanás. Naquele paraíso ela e seu marido tinham plena liberdade. Mas não podiam chamar o mal de bem nem chamar o bem de mal[2]. Ter um superior a quem obedecer, ter […]
“Aborto? Não em meu nome”

(O grito de alerta da promotora Maria José Miranda Pereira[2], o Partido Socialismo e Liberdade (PSol) ajuizou no Supremo Tribunal Federal a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 442) solicitando que os artigos 124 e 126 do Código Penal, que incriminam o aborto, sejam “reinterpretados” conforme a Constituição, a fim de que não seja […]
Boletim 228 (07.06.2018)
Boletim 224 (06.02.2018)
Duas cabeças, nenhum coração

(o monstro em que se pode transformar a família) Conta o escritor inglês Gilbert Keith Chesterton (1874 – 1936) que quatro cavaleiros se puseram à procura de uma princesa que vivia num castelo totalmente incomunicável. Havia apenas dois caminhos para o castelo: o da direita, guardado por um gigante de uma cabeça, e o da […]
O poder da maternidade

(ser mãe, biológica ou espiritual, é vocação de toda mulher) Supostamente para promover a mulher, foi criada em 1941 a super-heroína “Mulher Maravilha”. Neste ano de 2017, uma nova versão da personagem reaparece nos cinemas. No entanto, não há nada de substancialmente novo. A atriz continua se vestindo de maneira pouco modesta, chamando a atenção […]
Boletim 218 (07.08.2017)
O futuro da família passa pela mulher

(“e o futuro da humanidade passa pela família”) Os séculos XX e XXI apresentaram, em todos os campos, uma crise da família. Pelo divórcio[2], o ato conjugal deixou de ser aberto à vida; pela esterilização cirúrgica[4]. Em 2012, a mesma Corte, atribuindo a si o papel de legislador, aprovou o aborto de crianças anencéfalas[6] Inúmeras […]
O futuro da família passa pela mulher

(“e o futuro da humanidade passa pela família”) Os séculos XX e XXI apresentaram, em todos os campos, uma crise da família. Pelo divórcio[2], o ato conjugal deixou de ser aberto à vida; pela esterilização cirúrgica[4]. Em 2012, a mesma Corte, atribuindo a si o papel de legislador, aprovou o aborto de crianças anencéfalas[6] Inúmeras […]