Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$controls is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 53

Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the dynamic-content-for-elementor domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/new7/provida.new7.dev/wp-includes/functions.php on line 6260

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$extensions is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 54

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$page_settings is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 55

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$settings is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 56

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$api is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 58

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$templatesystem is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 59

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$license is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 60

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$widgets is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 61

Deprecated: Creation of dynamic property DynamicContentForElementor\Plugin::$stripe is deprecated in /home/new7/provida.new7.dev/wp-content/plugins/dynamic-content-for-elementor/core/plugin.php on line 62
Fim do ativismo judicial pró-aborto – Pró-Vida de Anápolis

(Suprema Corte dos EUA anula sentença Roe versus Wade e deixa a cada Estado autonomia para legislar)

“Quando o Senhor fez voltar os exilados de Sião, parecíamos sonhar. Encheu-se de júbilo nossa boca, e nossa língua de alegria” (Sl 125,1-2). Assim canta o salmista a alegria do fim do longo cativeiro da Babilônia e o retorno a Jerusalém no ano 538 a.C. com o edito de Ciro, rei dos persas.

Algo semelhante ocorreu em 24 de junho de 2022, solenidade do Sagrado Coração de Jesus. A Suprema Corte dos Estados Unidos, ao julgar o caso “Dobbs versus Jackson Women’s Health Organization” anulou a sentença “Roe versus Wade”, que desde 22 de janeiro de 1973 havia imposto a todo o território estadunidense o reconhecimento do “direito ao aborto”. Durante 49 anos o país gemia sob o ativismo judicial que impedia, em nome da Constituição, que os Estados legislassem contra tal “direito”.

Dos nove juízes que compõe a Suprema Corte, cinco votaram pela anulação de “Roe versus Wade”, todos eles nomeados por presidentes do Partido Republicano (Bush ou Trump). Três juízes votaram contra a lei do Mississipi que proíbe o aborto até 15 semanas e a favor de “Roe versus Wade”, todos nomeados por presidentes do Partido Republicano (Clinton ou Obama). O presidente da Corte, John Roberts, embora nomeado pelo republicano Bush, votou a favor da lei proibitiva do Mississipi, mas pela manutenção de “Roe versus Wade”. Assim, a lei do Mississipi foi mantida por 6 x 3 votos e a sentença Roe versus Wade foi anulada por 5 x 4 votos

. width=

 

Vejamos como narra o portal LifeSiteNews as consequências da sentença Dobbs:

O aborto agora é praticamente ilegal ou fortemente restringido em pelo menos 10 Estados, a maioria dos quais implementou o que é conhecido como leis de “gatilho” planejadas para entrar em vigor imediatamente após a reversão de Roe v. Wade e criminalizar o aborto ao longo da gravidez.

As novas proibições impostas são um golpe devastador para a indústria do aborto: desde a manhã de sexta-feira, as clínicas cessaram os abortos no Alabama, Arizona, Arkansas, Kentucky, Missouri, Oklahoma, Dakota do Sul, Virgínia Ocidental e Wisconsin. Os abortos foram interrompidos inicialmente em Utah, Louisiana e Texas, mas foram retomados em diferentes graus nesta semana devido a recentes ordens judiciais temporárias.

Mais de 100.000 abortos ocorreram nesses Estados em 2019, de acordo com dados do CDC [Centro de Prevenção e Controle de Doenças].

E cerca de um quarto das mulheres de 13 a 44 anos nos EUA agora vivem em Estados onde as proibições entraram em vigor, incluindo mais de 6 milhões somente no Texas. Para muitas dessas mulheres, a instalação de aborto mais próxima pode estar a centenas de quilômetros de distância e, mesmo assim, pode não ser acessível.

As penalidades para o aborto em muitos estados conservadores são proibitivas. No Alabama, realizar qualquer aborto eletivo é um crime equivalente a estupro ou tentativa de assassinato e pode levar à prisão perpétua. Na Louisiana, abortar o bebê de uma menor pode levar até 50 anos de prisão.

Todos os Estados com proibições pós-Roe em vigor, exceto um (Carolina do Sul) proíbem o aborto por estupro e incesto, em um testemunho impressionante de maior conscientização sobre a personalidade do nascituro e uma ruptura com a política republicana de longa data.[1].

Aborto em Santa Catarina

Aborto 7 mesesEnquanto nos Estados Unidos o aborto em gravidez resultante de estupro perde aceitação popular, no Brasil, nestes últimos dias, as manchetes de jornal publicaram, com grande alarido, a conduta reprovável (?) de uma juíza e uma promotora de Santa Catarina que, em entrevista feita em 9 de maio a uma menina de 11 anos, grávida de 22 semanas, tentavam convencê-la a prosseguir com a gravidez, em benefício do bebê. Embora o processo corresse em segredo de justiça, o vídeo foi ilegalmente publicado pelo portal feminista Catarinas[2] no dia 20 de junho. A juíza, Joana Ribeiro Zimmer, e a promotora, Mirela Dutra Alberton, foram execradas por terem enviado a menina para uma casa de acolhimento institucional, impedido assim o suposto direito de a criança de 11 anos fazer um aborto. O Hospital Universitário Polyodoro Ernani de São Tiago, da UFSC, inicialmente negou-se a abortar o bebê. Porém, pressionado pelo Ministério Público Federal em Florianópolis, na pessoa da Procuradora da República Daniele Cardoso Escobar, realizou o horrível “procedimento” no dia 22 de junho, quando a criança por nascer já estava com 29 ou 30 semanas (sete meses) de vida!

Peçamos ao Sagrado Coração de Jesus que, assim com teve misericórdia dos Estados Unidos, livre o Brasil da maldição do sangue inocente derramado, ainda que ilegalmente, com aprovação de autoridades públicas.

 width=

Anápolis, 4 de julho de 2022.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis.